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domingo, 29 de março de 2015

Financiar ou comprar à vista?

Hoje em dia para comprar seu imóvel você deve ficar atendo à forma de pagamento para que não se assuste com o valor final do seu imóvel.

Comprar à vista é sempre a melhor opção, mas quem é que dispõe de mais de R$ 100 mil reais para entregar de uma vez? Nem mala eu tenho para carregar tanta nota de vinte.

A opção por financiar está cada vez mais procurada pelo consumidor que quer ter seu primeiro imóvel ou fazer o upgrade para o segundo, terceiro, quarto... sendo assim, tenho dicar para você:

1. Verifique o índice que irá reajustar seu imóvel e suas parcelas caso ele esteja na planta;
Muito comum que corretores "esqueçam" de dizer algo assim, pois corre-se o risco de cair a venda ao dizer pro cliente que a parcela que hoje é R$ 1.000, pode ser reajustada para R$ 1.500 no final do parcelamento da entrada para imóveis na planta. AGORA se o valor do saldo devedor também se reajusta, será que a financiamento vai caber no seu bolso quando o imóvel for entregue?

2. O índice de INCC reajusta valores antes da entrega da obra, posteriormente é reajustado pelo IGP-M + 1;

3. Em que tabela você está trabalhando seu financiamento, SAC ou PRICE?
A tabela SAC (Decrescente) chega a ser SACrificante para o cliente no começo com parcelas no limite de seu comprometimento de renda (30%), mas as últimas parcelas podem chegar a menos da metade desse valor, por isso é mais indicada.
A tabela PRICE (Fixa) costuma ser melhor para cliente com renda até R$2.000,00 uma vez que por causa de subsídios para primeiro imóvel, pode abaixar o valor da entrada, mas torna-se uma armadilha com o tempo por não baixar e tender a subir de acordo com a mudança da faixa etária do cliente (lembrar que há seguro incluso e esse fica mais caro com o passar do tempo).

Outras dicas podem ser repassadas através do meu e-mail ou meu telefone. Mande-me uma mensagem e entraremos em contato para desvendar esse bicho-de-sete-cabeças que não passa de um coelhinho inofensivo.


#DeOlhoNoMercado

5 motivos para você investir em imóveis


1. Investir em imóveis é seguro


Um imóvel é um patrimônio físico, está lá, ao alcance das mãos, podemos tocar nele, podemos vê-lo. Um imóvel é seu, ninguém lhe tira, o governo não pode congelá-lo como já fez com a poupança e contas bancárias.


2. Imóvel é fonte de renda

Um imóvel bem escolhido é fonte de renda vitalícia, todos precisamos de moradia e quem não tem condições de comprar a casa própria sempre estará a procura de um bom imóvel para alugar.

3. Imóvel mantém o valor

Além de gerar renda, um imóvel bem escolhido mantém seu valor e muitas vezes valoriza mais do que a simples correção do dinheiro investido.

4. Comprar imóvel gera disciplina

Os proprietários de imóveis se acostumam a receber o aluguel mensal de suas propriedades e com estes rendimentos fazem seus planos de forma organizada. Uma amiga, por exemplo, usa a renda de um apartamento que possui para pagar suas férias anuais, enquanto usa a renda de outro imóvel para dar mesada aos dois filhos. Quando aumenta o aluguel dos seus imóveis, aumenta junto a mesada dos dois. Eles, sabendo disso, se disciplinam com o que tem e mais que isso, planejam um dia ter seus próprios imóveis de aluguel.

5. Quem possui imóveis normalmente possui dinheiro no banco.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Vagas de garagem podem valorizar apartamentos em mais de 20%



Estacionamento
Vagas de garagem em edifício: Com falta de estacionamentos, diferença de preço entre imóveis com e sem garagem atinge até 22,8% no Rio


São Paulo - A falta de vagas de garagens eestacionamentos em determinadas regiões das grandes cidades pode valorizar em mais de 20% um apartamentoque inclui vagas em relação a um imóvel semelhante, mas que não oferece vaga para veículos.


Esse é o resultado de um levantamento do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (Secovi Rio), realizado em oito bairros localizados na Zona Sul e na Zona Norte da cidade. A pesquisa faz parte do Panorama do Mercado Imobiliário de 2014, que será divulgado pela entidade no dia 24 deste mês.


Um apartamento de dois quartos com garagem no Leblon, bairro da Zona Sul, é, em média, 22,8% mais caro do que um imóvel de dois quartos, mas sem vaga, localizado no mesmo bairro. Em Laranjeiras, também na Zona Sul, a diferença é de 22,7%.


Em Ipanema, Botafogo, Méier, Tijuca, Copacabana e Flamengo, os porcentuais são menores, mas ainda ultrapassam 10%. “O valor da vaga de garagem na cidade corresponde, em média, entre 7% a 9% do valor do imóvel”, diz Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio.


Veja, na tabela a seguir, a diferença de preços entre apartamentos de dois dormitórios com e sem vagas de garagem em oito bairros do Rio de Janeiro:

 
Leblon22,80%
Laranjeiras22,70%
Ipanema19,80%
Botafogo18,10%
Méier18%
Tijuca17,60%
Copacabana12,20%
Flamengo10,60%
Fonte: Secovi Rio

A garagem é considerada uma unidade autônoma e faz parte da área comum do imóvel. Seu valor é adicionado ao preço da unidade com base em seu custo de construção.


Mas o custo de uma vaga depende da necessidade de espaços para estacionamento na região na qual está localizada. Quanto maior a procura, mais alto será o seu preço.


Alguns bairros que fazem parte do levantamento do Secovi Rio incluem muitos apartamentos antigos, que foram construídos sem garagens.


Além disso, estão localizados em regiões que limitam a construção de vagas nos empreendimentos. Por ficarem próximos a praias, a areia e água existente no subsolo impedem a construção de estruturas subterrâneas.


Essas características fazem com que, naturalmente, o valor da garagem nesses bairros fique acima da média registrada na cidade.


O vice-presidente do Secovi Rio também cita a falta de investimentos em melhorias no transporte público da cidade, além do aumento do financiamento para a compra de carros nos últimos anos, como fatores que contribuíram para ampliar a necessidade por garagens.


Nos bairros incluídos no levantamento, as vagas ficaram ainda mais escassas com o boom imobiliário registrado na cidade nos últimos cinco anos.


Diversos prédios foram construídos nessas regiões e ocuparam terrenos que antes eram utilizados comoestacionamentos, segundo Schneider. “No período, a diferença de valor entre um prédio com e sem garagem dobrou: passou de 10% para 20%.”


Quem tem um imóvel com garagem em um bairro com escassez de vagas, portanto, pode ser beneficiado caso queira vender o apartamento.


A tendência é que a vaga de garagem continue valorizando o imóvel até que haja melhorias no transporte coletivo da cidade, diz Schneider, do Secovi Rio. “Não dá para prever quando isso irá acontecer, mas sabemos que é difícil haver mudanças significativas no curto prazo”.


São Paulo pode seguir o mesmo caminho


Com uma estrutura geológica favorável à construção de garagens nos subsolos dos prédios, além de uma lei que exigia a construção de, no mínimo, uma vaga por imóvel, até há pouco tempo São Paulo não sofria com a escassez de garagens, ou não no mesmo nível que o Rio, ao menos.


Na cidade, vagas em apartamentos de dois quartos em bairros bem localizados representam, em média, de 8% a 12% do valor do imóvel, segundo Ricardo Yazbek, vice-presidente de Legislação Urbana do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).


Porém, o novo Plano Diretor da cidade, que define as regras para a construção de empreendimentos, anunciado em 31 de julho de 2014, passou a deixar de exigir um número mínimo de vagas de garagem por imóvel e a limitar o número de vagas de garagem em novos prédios próximos a eixos de transporte público, como corredores de ônibus e estações de metrô.


Nessas regiões, desde julho do ano passado, apenas uma vaga de garagem por apartamento não é incluída no potencial construtivo do empreendimento. Construtoras que quiserem construir prédios com mais de uma vaga de garagem por apartamento ficaram obrigadas a descontar os espaços adicionais do total que pode ser construído no espaço.


A lei antiga permitia que mais vagas de garagem não fossem incluídas no potencial construtivo da obra. “Com os terrenos cada vez mais caros, quem quiser oferecer mais de uma vaga por apartamento nesses locais certamente irá vendê-la por um preço mais alto para compensar a restrição”, diz Yazbek.


O executivo do Secovi-SP acredita, portanto, que a nova regra deve valorizar apartamentos com vagas de garagem já existentes nesses locais. “A diferença de valor entre um imóvel com e sem garagem pode se ampliar e se aproximar da situação verificada no Rio”.


Mas Yazbek ressalta que essa valorização tem um limite no médio prazo. “Daqui a cerca de seis anos, novas estações de metrô e melhorias no transporte público devem diminuir a necessidade do uso de veículos e, consequentemente, das vagas”.


Como muitos imóveis novos ainda serão lançados na cidade sob as regras antigas, o diretor do Secovi-SP estima que o impacto das novas regras só possa ser observado a partir do segundo semestre do ano que vem.


Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/vagas-de-garagem-podem-valorizar-apartamentos-em-mais-de-20

sábado, 21 de março de 2015

Mudanças Atuais



Eu li esta manchete no jornal "O Popular" hoje 21/03/2015 e não poderia deixar de compartilhar... Sim, amigos, as famílias estão mudando e contra fatos não há argumentos. Esse é o termômetro que indica que sim, o aquecimento do mercado imobiliário é algo real e palpável. Por isso vamos prospectar, vender, revender e praticar o upgrade imobiliário.




#DeOlhoNoMercado.

QUERO FINANCIAR! - Pt. 02 (Comprovante de Renda)

Alguns irão me perguntar por que eu abri um post somente para falar sobre comprovação de renda e para eles eu vou responder que o fiz pela importância que deve ser dada para esta questão.

A renda de uma pessoa pode se resumir em dois tipos: FORMAL e/ou INFORMAL.

RENDA FORMAL

Toda e qualquer tipo de renda na qual constar todos os encargos sociais impostos no recebimento individual (INSS, FGTS, ISS, IRRF, etc).
Podem ser considerados de renda formal:

  • Contracheque (Holerite) - só será considerado válido se todos os recolhimentos sociais tiverem sido feitos e estiver devidamente registrado em carteira de trabalho (em regime CLT) ou com matrícula válida em órgão público;
  • Declaração do IR - Quando declarado abaixo do valor mínimo de recolhimento terá valor de renda informal. Acima, deverá ser recolhido o imposto e apresentado o DARF para que haja a formalização da renda. Existem rendas declaradas neste documento que não são tributados, como a distribuição de lucros para proprietários de empresas, sendo assim, podem ser levadas em consideração na análise da renda;
    • Lembrando que o valor da declaração deverá ser dividida por 12 para a obtenção da renda mensal;
  • DECORE - Mesmas regras da declaração do IR, no entanto pode ser feita para um tempo menor, três ou seis meses.
    • O valor total do decore deverá ser dividido pela quantidade de meses considerados na apuração para que se tenha uma renda mensal;
  • RPA - O Recibo de Pagamento a Autônomo também pode ser utilizado, desde que haja os recolhimentos de impostos incidentes na atividade. Os recibos de recolhimento devem acompanhar o documento;
  • Carteira de Trabalho;
  • Extrato do FGTS;
RENDA INFORMAL

É aquela obtida de trabalhos e serviços informais nos quais normalmente não se faz o recolhimento das responsabilidades sociais e fiscais:
  • Movimentação bancária - de preferência dos últimos seis meses para verificação da continuidade do recebimento;
  • Notas fiscais de compra e venda mais recibos;
  • Faturas, comprovantes de pagamento de água, luz, telefone etc;
  • Declaração de rendimentos de próprio punho
Rendas informais são melindrosas e passam para o sistema de análise a "impressão" de inconsistência. Em alguns casos como: crise financeira, inadimplência, alta de taxa básica de juros, a capacidade de pagamento para quem apresenta este tipo de renda, pode cair de 30% da renda total para 25% ou menos.


Obs.: Para qualquer tipo de renda formal que não seja o contracheque é bom que se apresente junto a movimentação bancária para a confirmação da constância das entradas.


#DeOlhoNoMercado