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sexta-feira, 3 de julho de 2015

PRÓ-COTISTA. Sabe o que é?

Amigo leitor,

Para questão de informações, já tem tempo que eu digo aqui que a Caixa Econômica estua um modo de utilizar os recursos da carteira do FGTS para financiar imóveis além dos limites do Programa Minha Casa Minha Vida, mais precisamente até a casa dos 400 mil.

Ontem vi isso cair como uma grande novidade aqui onde trabalho:

"Oh, quer dizer que a Caixa agora financia imóveis usados até 400 mil?"

Por que a surpresa, pessoal? Eu já tinha cantado a pedra muito antes de isso ter acontecido, basta voltar aí nas publicações do meu blog e você vai encontrar.

"Vou correndo falar para o meu cliente que ele pode financiar o imóvel de revenda que ele queria..."

Só um momento, antes de fechar essa página e sair como um louco ressuscitando todos os seus clientes que a própria Caixa sepultou em um caixão de 50% de cota, saiba que essa classe tem um nome e há regras a seguir, chamo de (eu chamo, porque não há nenhum nome definido e espero infinitamente que escolham esse) Crédito para PRO-COTISTA Caixa.



PRO do português genérico "Para o" que significa à favor
COTISTA da nominação comum de quem tem cota


Meu intuito era deixar esse
professor ao lado das designações
Sendo assim, não é qualquer pessoa que pode adquirir um imóvel de até 400 mil usado usando esse tipo de recurso, basicamente ele foi feito para aqueles que contribuem com ele.

Isso tem uma explicação lógica: Depois do "Boom" de pessoas comprando, muito dinheiro foi retirado da poupança, que é um recurso fácil de ser obtido, não há restrições para se retirar dinheiro da poupança, nem poderia né. Aliado às altas das taxas básicas de juros, para controle da inflação, o que obrigou a população a recorrer a esse recurso para pagar as contas. Somado ao fator que implica que para financiar imóveis com recursos da poupança necessita-se de Recursos na Poupança... bem, não preciso falar mais nada.



A carteira do FGTS não pode ser utilizada senão por aqueles que a alimentam, ou estaríamos caminhando para o mesmo destino da poupança: a escassez desse recurso.

Levemos em consideração que todo o Programa Minha Casa Minha Vida é alimentado por esse recurso também.

Então, por esse motivo, para se enquadrar nesta nova modalidade de crédito é necessário, antes de qualquer coisa que:

1. TENHA UMA CONTA ATIVA DE FGTS;

Parece óbvio, mas nem sempre é fácil assim. Não basta ter recurso retido de FGTS, a conta tem que estar ativa, ou seja, a pessoa deve estar empregada.

2. TENHA, NO MÍNIMO, 10% DO VALOR DO IMÓVEL DEPOSITADO NA CONTA;

Trabalhou em uma empresa durante X anos, juntou Y, saiu da empresa, sacou o FGTS, entrou em outra: 'nenenzou'. Cuidado especial para aqueles que trabalharam a vida toda sob regime CLT e de repente, concursado, entra para o serviço público: Servidor Público não tem conta de FGTS! Outra coisa óbvia, mas que não é todo mundo que sabe.

3. IMÓVEL USADO NÃO PODE CUSTAR MAIS QUE R$ 400 MIL.

Tanto faz, o valor de venda, quanto o valor de avaliação, aquele que for maior. O imóvel custa 380 mil, mas a avaliação foi feira em 410 mil, tá fora.


Seguindo essas três regrinhas, felicidades, você tem um Pro-cotista com a Caixa. Terá uma conta, receberá seu salário pelo banco e utilizará os recursos do FGTS para financiar seu imóvel com taxas diferenciadas no banco e poderá fazer até 85% do valor do imóvel em financiamento. Mole, mole.

Creio que não deve ter ficado nenhuma dúvida, mas caso haja alguma, deixe seu comentário (Qualquer pessoa pode deixar comentário) que eu responderei a todas as questões.

"Agora pode ir correndo ligar para seu cliente, filtrado, que ele pode financiar o imóvel de revenda que ele quer"


#DeOlhoNosFinanciamentos

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Quanto você precisa ganhar para comprar um imóvel em Goiânia?

Olá, leitores,

Já toquei bastante nessa tecla sobre o valor do metro quadrado em Goiânia ser, dentre as capitais brasileiras, o mais barato. Goiânia ocupa o segundo lugar nacional atrás apenas de Contagem em Minas Gerais segundo o índice FipeZap.

Levando em conta esse fator, encontramos aqui, imóveis que podem variar de R$ 100.000,00 a mais de R$ 5.000.000,00, tudo dependendo do tamanho, localização, acabamento, etc.

Sendo assim, uma família que ganhe a partir de dois salários mínimos (sendo um de cada cônjuge) pode já tentar um financiamento bancário para adquirir o primeiro imóvel e sair do aluguel.

Para aqueles que querem fazer um upgrade e passar para um lugar um pouco maior, numa localização um pouco mais privilegiada, ou mesmo com mais lazer, existem oportunidades de mercado que aparecem de quando em vez que podem permear de R$ 150.000,00 até R$ 220.000,00, daí já é preciso ganhar um pouquinho mais, entre R$ 2.500,00 a R$ 5.000,00. Existem unidades, hoje, em torno de 70m² que saem por esses valores.

Para se fazer uma comparação, para comprar um apartamento de 70m² no Rio de Janeiro é necessário ganhar cerca de R$ 22.250,00 por mês. Isso se deve pela alta valorização da cidade que chega a ter locais com o metro quadrado na faixa de R$ 15.000,00.

Goiás está longe disso, então torna-se um bom lugar para investir, pois a tendência é somente aumentar os preços. Você já viu preço de imóvel cair? Portanto não caia nessa conversa de que estoque de unidades acaba derrubando o preço delas.

Um grande exemplo é o caso do setor Negrão de Lima em Goiânia. Há 5 anos encontravam-se unidades de R$ 120.000,00 à venda, hoje, a mais barata sai em torno de R$ 180.000,00, uma valorização de 66,66% em 5 anos, o que dá algo em torno de 13% a.a. Para se fazer uma comparação, a poupança rende em torno de 6% a.a.; dívidas do governo podem render até 9% a.a.. Então como dizia meu sábio avô: Quem compra Terra não erra!

#DeOlhoNoMercado

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Mercado imobiliário goianiense resiste a crise



Na contramão do noticiário econômico, a movimentação do mercado imobiliário continua. Só na última semana, um condomínio horizontal com 1000 lotes, entre Goiânia e Aparecida de Goiânia, foi vendido questão de em horas. Em maio, uma incorporadora distribuiu R$ 50 mil em prêmios para equipe de corretores de imóveis por vender mais de 165 apartamentos em um lançamento no Setor Coimbra em apenas 90 dias.

Dados da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-GO) apontam que as vendas de imóveis do primeiro quadrimestre de 2015 ficaram no mesmo patamar do mesmo período de 2014, indicando a equilíbrio do mercado mesmo em período de turbulências econômicas.

O especialista em mercado imobiliário, Ricardo Teixeira, garante que as vendas vão crescer ainda mais, especialmente para projetos desenvolvidos para atender a novas necessidades que tem surgido com o crescimento da cidade que, aliás, tem tido aumento demográfico acima da média nacional. “Quando se observa mais atentamente à dinâmica dos moradores de uma cidade em crescimento, como Goiânia, é possível identificar com assertividade campos inexplorados”, diz ele.

Ricardo Teixeira lembra que outro pilar que mantém o mercado imobiliário aquecido em Goiânia é a demanda por novas moradias que surge naturalmente em consequência dos casamentos, divórcios e também da migração em alta. Segundo estudo divulgado recentemente pelo City Mayors, centro de estudos internarcionais dedicados a temas urbanos, Goiânia é 101ª cidade do mundo e a 5ª do Brasil que mais deve crescer até 2020 e se tornará uma supercidade.

Outro dado que mostra a resiliência do mercado imobiliário goiano é a valorização. O Índice Fipezap, que mede o preços dos imóveis em 25 cidades, aponta que Goiânia, nos últimos 12 meses, registrou alta de 8,8%, bem acima da inflação (IGP-M) que cuja média, nesse período, é de 4,1%. A capital possui o segundo lugar no ranking das cidades com maior valorização, apesar dos preços dos imóveis estar quase na lanterna da média nacional

Para Ricardo Teixeira, este é um cenário de oportunidade para investidores, já que a cidade é jovem, com economia pujante e tem expectativa de crescimento acima da média nacional. “A valorização será ainda maior na medida em que as áreas, hoje disponíveis, forem ocupadas. Entrará em vigor a lei da oferta e da procura, princípio que rege a nossa economia”, lembra.

Reportagem de O Hoje.com do dia 20/06.


Yan Ribeiro

O Analista

sexta-feira, 26 de junho de 2015

E aí, já fez uma visita ao Jardim Goiás?

Andando ontem pelo Jardim Goiás, descendo para o Flamboyant, para tomar um cappuccino, ler um pouco, descansar da rotina fatigante de ser um consultor imobiliário, enfim, curtir meus quinze minutos de lazer, deparei-me com um bairro que não conhecia.

Na verdade, tive uma visão completamente diferente daquele lugar que ao mesmo tempo que é convidativo às famílias com seus cachorros encoleirados nas ruas e crianças que fazem verdadeira estrepolias dentro dos automóveis, é também chamativo para aqueles alto-executivos os quais procuram um lugar para se dedicar ao trabalho. Talvez o motivo de um seja exatamente se colocar perto do outro.

O Jardim Goiás é mais que apenas um parque Flamboyant. É mais que somente famílias. É mais que somente negócios. É como eu disse: lugar para um café; lugar para um descanso; lugar para a rotina e lugar para fugir dela.

Se você quer morar, tem lugar; se você deseja trabalhar, tem lugar; descansar e comer um croissant, tem lugar; badalar e tomar drinks variados, tem lugar; ou seja, cada um tem o seu espaço aqui.

Aproveite o seu cantinho nesse lugar.

>> Conhece o GENIALE? << 

#DeOlhoNaFelicidade

terça-feira, 23 de junho de 2015

O Setor Universitário em Alta

O goianiense está acostumado a grandes empreendimentos e alto padrão de construção localizados nos setores mais nobres e caros de Goiânia como o Setor Marista, o Setor Oeste, o Jardim Goiás e atualmente o Lozandes Park (Residencial Alphaville).

No entanto agora, a Queiroz Silveira, a mesma que está lançando o empreendimento Leblon Marista no setor de mesmo nome, propõe um conceito de alto padrão localizado há menos de 100 metros da praça Universitária.

Numa análise rápida e metódica, pensado para aqueles que não querem se distanciar das regiões central, sul e por que não dizer do Jardim Goiás, já que temos vias de acesso para todas essas localidades (proximidade com a Marginal Botafogo e BR 153).

Essa visita é rápida, porém eu deixo abaixo um link para a apresentação em uma página do próprio blog para que vocês acompanhem.
#DeOlhoNoMercado