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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Europark em vídeo

Olá leitores, abaixo segue o Europark, para quem não foi devidamente apresentado.

Hoje ele possui unidades de 3 suítes e 1 cobertura, a partir de 105,73m². O empreendimento estará na orla de 2 parques, isso mesmo, 2 parques; valorização dobrada e muito dinheiro no bolso para quem pensa em investir.


Gostou do que viu acima, não é mesmo? Que tal entrar em contato comigo para que possamos falar a respeito da sua mudança para lá?


Yan Ribeiro

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

5 motivos para não deixar a compra de seu imóvel para amanhã

Olá, topfiveanos [leia-se top-faive-anos], olha eu passando aqui para deixar para vocês alguns motivos do porquê você não deve deixar a compra de seu imóvel para depois.

Claro, li algumas matérias a respeito e vou centralizar o assunto para nossa região (faço referência à região metropolitana de Goiânia), pois na contramão de toda uma crise política pautada em pedaladas, patinetadas e aceleradas fiscais, refletida no sudeste brasileiro, o Centro Oeste cresce mais e mais de mãos dadas com o agronegócio (alta de dólar e exportação de insumos). Então vamos lá:




5o. lugar: ESTAR BEM LOCALIZADO.

Goiânia é, segundo o índice FIPEZAP, a capital com o menor valor de metro quadrado do Brasil (clique aqui e veja a matéria completa pela revista exame no começo deste ano).

Isso mesmo! Muitos podem pensar que isso é ruim, mas vivemos hoje em uma eterna contradição, no que diz respeito a dinheiro e eu vou explicar por quê.

Quando o preço do metro quadrado é muito baixo em relação a outros locais, isso mostra o quanto o valor ainda tende a crescer, em números seguros, para alcançar o valor de mercado pedido pelas regiões vizinhas. Então o valor pago em imóvel hoje será outro caso este seja vendido amanhã, sempre maior.
-Esqueça o que te disseram sobre o valor dos imóveis estar diminuindo, isso pode funcionar de construtora para construtora, mas não tem valor algum quando estamos falando de terceiros. Cada um pede o valor que deseja naquilo que é seu.





4o. lugar: "GANHE DINHEIRO EM CASA"


Ninguém gosta de perder dinheiro, nem deixar de ganhar dinheiro, então, em vez de deixar de ganhar, ganhe!

Essa é a ideia. Se comprar um imóvel em Goiânia é uma valorização certa, então comprar imóvel hoje é ganhar dinheiro amanhã.

Claro, isso não é para todos, só para aqueles que desejam não perder dinheiro. Vamos fazer uma continha abaixo:

POUPANÇA: Rendimentos de +6% ao ano (como rendimento é um índice de valorização vamos representar em azul e com o sinal +); INFLAÇÃO (em 2015): Previsão de fechamento em -9,5% (como inflação é um índice depreciativo, vamos representar em vermelho e com o sinal -)
-9,5 + 6 = -3,5

Então, mesmo que considerada de baixo risco e sendo adotada por 9 entre 10 brasileiros, deixando seu dinheiro na poupança você terá um valor perceptível de ganho de 6% ao ano, notável para grandes quantias, no mesmo período o dinheiro perde seu poder de compra em 9,5%, o que te dá uma perda de poder de compra total em 3,5% no ano, ou seja, você ganha dinheiro, mas ele não compra o mesmo que comprava no começo da aplicação e isso é perda de dinheiro e não ganho.

IMÓVEIS: Rendimentos de +14% ao ano (a ideia é a mesma, mas como quem compra terra não erra, esse é o valor aproximado de valorização de uma unidade habitacional em uma ano); INFLAÇÃO (em 2015): Previsão de fechamento em -9,5% (notem que eu simplesmente não alterei os números)
-9,5 + 14 = 4,5

Viram a sutil diferença? O rendimento aplicado em um imóvel faz com que o capital colocado na transação acabe por subir. O dinheiro rende acima do índice de depreciação e o ganho real é positivo. Agora sim, temos dinheiro rendendo. Deixar para amanhã está ficando fora de cogitação.

-Nota: procure um corretor para saber qual o melhor investimento, pois o índice usado pode variar de acordo com a região e as necessidades de cada pessoa.


3o. lugar: -CRÉDITO OU DÉBITO, SENHOR?

Não é preciso ser expert ou mesmo estar muito ligado nas notícias para saber que só no ano de 2015 a Caixa Econômica Federal subiu o juro para a aquisição de imóveis três vezes e nesse meio tempo, sem que ninguém percebesse (até porque isso é algo interno com grau de sigilo 5, em uma escala de 0 a 5) as condições para liberação desse crédito, o que tornou um pouco mais complicado conseguir se enquadrar.

Bem, estamos falando de brasileiros, nosso salário mínimo não chega a R$ 1.000,00, isso se reflete diretamente no nosso poder de compra. Associado ao desejo intrínseco que nos é imposto desde bebês em ter a casa própria isso torna difícil juntar todo o dinheiro para compara nossas casinhas.

A Caixa, nada mais é que o cofrinho do Brasil, criada para sustentar todos os programas assistencialistas do país e ajudar a custeá-los. Pois bem, atualmente ela é o reflexo de tudo o que acontece no âmbito imobiliário. Caso ela eleve os juros, os outros bancos acompanham, se ela dificulta, os outros bancos também. É uma grande cadeia. Então não adianta pensar que sair da Caixa resolve, ameniza, no máximo.

-O brasileiro precisa de um crédito que a cada dia vai ficar mais caro. Então deixar a compra para amanhã pode não ser uma boa ideia.


2o. lugar: LAR-DOCE-LAR



Desde que o ser humano deixou de ser nômade e passou a cultivar o local onde se encontra existe uma demanda por moradia, isso vem com o decorrer das eras. Bem, agora não é diferente, ainda mais no Brasil onde existe uma demanda crescente por moradia (diga isso o famoso Programa Minha Casa Minha Vida) deixando sempre em evidência o que chamamos de déficit habitacional.

Os brasileiros recorrem a moradia de qualquer jeito, seja com a mãe, seja com parentes próximos, com aluguel ou própria. Mas Maslow já empregou em seus estudos das necessidades humanas que depois de comer, o indivíduo precisa morar e é aí que entra o que elenquei em segundo lugar como prioridade.

Grande parte dos brasileiros vai utilizar crédito bancário para comprar sua casa e vai passar por uma situação curiosa: Vai pagar no mínimo o valor de um aluguel para adquirir um imóvel dando uma contrapartida a partir de 10% do valor desse como entrada; vai utilizar o sistema de pagamento da tabela SAC (Sistema de Amortização Constante) que decresce mês a mês o valor da parcela; e, no fim, vai quitar seu imóvel antes do tempo pré-determinado e, se possível, vai fazer um novo financiamento. Normal. O que não ocorre com o aluguel, o qual não pede comprovação de renda, é impositivo e ano a ano sobe seu valor, pois se reajusta com o mercado.

O que você acha? O financiamento que tem parcelas que começam e R$ 1.000,00 e decrescem até uns R$ 300,00 ou um aluguel que começa em R$ 1.000,00 e aumenta até os limites da vontade do proprietário? Pensou? Deixe sua resposta nos comentários.




1o. lugar: SÍNDROME DE BAMERINDUS "O TEMPO PASSA, O TEMPO VOA..."



Sim, eu batizei essa síndrome. Deixar para depois é um erro que pode se tornar incorrigível, pois quanto mais avançada a idade da pessoa mais complicada fica a liberação do crédito.

A grande maioria dos bancos leva em consideração a idade de 80 anos como limite para liberação de qualquer empréstimo, então o tempo de financiamento somado a idade da pessoa tem que ser menor ou igual a 80 anos, segue tabelinha:

Idade (anos) Tempo de financiamento (anos) soma (id. + Fin.)
20 até 45 65
30 até 45 75
35 até 45 80
40 até 40 80
45 até 35 80
50 até 30 80

Um conto real: Minha mãe sempre quis financiar um imóvel, mas foi deixando para depois (queria juntar mais para dar uma entrada maior, não era o momento, o juro estava caro... desculpas nunca faltaram), mas meu pai é 10 anos mais velho que ela e os dois são casados de papel passado. Quando ela resolveu que era a hora, a idade do meu pai (que é o mais velho) fez com que o tempo de financiamento (e a liberação de valor total junto) fosse menor. Ela não conseguiu.





Portanto não é somente pensando em crédito, em valor de entrada, em sonho ou mesmo rendimentos que digo que comprar um imóvel hoje é melhor, mas é questão de tempo. Esse é o único bem que temos que não se renova ele apenas se vai.






Se você gostou desse post, não deixe de comentar, qualquer dúvida pode entrar em contato comigo pelo chat. Caso eu não possa atender imediatamente eu irei entrar em contato e responder assim que possível.


Yan Ribeiro

sábado, 17 de outubro de 2015

Estou de volta ao meu blog.

Olaaaaaaaaaaá, meus leitores, tudo bem? Espero que sim.

Fiquei algum tempo sem escrever para o blog, mas dei uma repaginada em tudo por aqui. Das cores padrão aos decalques e à linguagem que era utilizada.

A partir de agora, você pode acompanhar o TOP 5 DO IMÓVEL também no facebook, em breve no twitter, no meus instagram (@yan_corretor) e em várias redes sociais.

Muitos vão perguntar por que eu quis mudar assim e para eles eu digo: Às vezes é necessário fazer uma mudança, não precisa ser algo muito grande, mas o suficiente para sacudir a poeira, determinar um novo método de trabalho, um alvo como público-alvo e um nova maneira de levar a informação até você.

Vocês vão ver mais fotos, mais videos, mais comentários falados e, claro, depoimentos de pessoas que acompanham tudo aquilo que você também lê daí.

Espero sinceramente que você continue me acompanhando, mandando dicas, sugestões, críticas (por que não?). Esse espaço é nosso. Vamos conversar. 

domingo, 19 de julho de 2015

Sem crise, acabe com essa ideia.

 

Olá, leitor, é um prazer estar de volta para compartilhar um pouco do que eu sei com você através desse blog. Não se esqueça de compartilhar no fim do post ou mesmo deixar seu comentário, pois isso é o que me subsidia com assuntos para que eu possa alimentar minha página. Conto com você.

Recorrentemente ando escutando comentários sobre financiamentos, algumas do tipo:

“Mas com essa crise não vou conseguir financiar meu imóvel”

“Hoje está mais difícil conseguir crédito, porque a crise está instaurada no país”

“A bolha imobiliária vai acabar com a disponibilidade de crédito”

Dentre algumas outras.

Vocês notaram acima que a palavra crise apareceu em 67% das assertivas que eu escrevi, enquanto o termo bolha imobiliária veio logo depois dando uma ênfase toda especial.

-Fiz de propósito.

Eu realmente quis que você lesse nessa ordem, para chegar nesse ponto do texto e comentar que o mercado imobiliário vai muito bem, obrigado. Resultados expressivos, pelo menos na imobiliária em que eu trabalho, nos foram mostrados em nossa última reunião mensal de resultados.

Infelizmente não tenho os gráficos comigo (isso é uma lástima, conversarei já com meus supervisores para que esses dados estejam dispostos para pesquisa dos meus leitores!), mas os resultados mostram que nossas vendas no último trimestre, superaram em muito, as vendas no mesmo período no ano passado. 

-Oh, Glória! 

Grande parte disso se deve ao nosso setor de produção agropecuária. Nós (quando digo nós, faço referência ao Centro Oeste) temos o maior setor de empregos do Brasil. Estamos em uma região estratégica que atrai a cada ano mais e mais pessoas do restante do país, um êxodo rural às avessas. O que aconteceu muito na década de 60, hoje está praticamente ao contrário.

-Quebramos aqui o paradigma crise. Jornal Nacional, faça mais reportagens conosco e pare de poluir nossas mentes com números que só dizem respeito ao sudeste, por favor.

Dados estatísticos divulgados pela City Mayor centro de estudos dedicados a temas urbanos mostram que nos próximos 5 anos, Goiânia deve receber mais de cem mil novos habitantes, que estarão aqui em conjunto de famílias, as quais por sua vez vão se juntar com novas famílias, trazendo na bagagem uma necessidade real e crescente de moradia.

-Conseguiram ler o termo “necessidade real e crescente de moradia”?

-Espera um pouco... se existe a necessidade real e crescente de moradia, precisamos de... deixe-me ver... moradia (leia-se casas, apartamentos, flats, cômodos, barracões, etc.).

-Ué, então, como explicar o termo bolha imobiliária se é necessário que se tenha mais casas para ofertar para essa parcela da população?

Podemos até falar de aluguel, no entanto a conta para aluguel é básica: parcela fixa mensal que tende a subir anualmente que pode ultrapassar metade do rendimento familiar disponível para utilização com moradia (essa parcela nunca deixará de existir, ótimo investimento para quem quer comprar casas ou apartamentos para alugar), no entanto comprar um imóvel significa empregar no máximo 30% dos rendimentos familiares no pagamento de parcelas de um financiamento.

-Onde está essa bolha? Só nos desenhos do Bob esponja, para falar sério (ou não).

“E olha que até ele tem uma casa, tá que é um abacaxi no fundo do mar, mas é própria!” 

Para finalizar (já que me prolonguei demais falando sobre o assunto) os termos crise e bolha imobiliária passam muito longe de nós do Centro-oeste. Como todos podem pesquisar em qualquer site especializado estamos, no fim das contas, carregando o PIB nas costas.

 

#DeOlhoNoMercado