Li algumas coisas sobre a nova alta de taxa de juros da Caixa Econômica e depois alguns artigos sobre economia na área de compra e venda de imóveis, posso dizer com certa clareza que duas classes não perderam seu poder de compra e podem ser eles os responsáveis por não deixar o mercado cair na zona do esquecimento de uma vez: Os super-ricos da classe AAA e os compradores de classe C.
Por que estou dizendo isso?
Por mais que a economia esteja à beira de uma recessão, algumas pessoas ainda compram e adquirem produtos por simples satisfação pessoal, o dito status. "Para se ter uma ideia, em março deste ano foi realizada a primeira edição do Luxury Lab Br, em que se discutiu os rumos do mercado de luxo no País (...) a previsão é de um potencial crescimento até pelo menos 2019" - Infomoney, 20 de abril. Isso quer dizer que teremos pelo menos mais quatro anos de injeção de dinheiro da ponta mais afortunada da pirâmide para baixo.
Na outra ponta, estão os compradores de classe C, os quais não movimentam muito o setor de serviços, mas contribuem com mais de um terço das aquisições no mercado imobiliário, segundo a Caixa Econômica Federal, pois além de poder utilizar seus recursos do Fundo de Garantia, na grande maioria das vezes, são detentores de auxílios como subsídios para a compra do primeiro imóvel (podendo chegar a 25 mil em cidades como Brasília, Rio e São Paulo) e de taxas reduzidas de juros que podem bater a marca dos 4,5% a.a..
Isso mostra uma tendência para a venda de imóveis para aqueles que estão bem informados.
#DeOlhoNoMercado
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